Porque é que os pés só começam a doer ao fim da tarde
De manhã não sente nada. Mas por volta das sete a planta aquece, o calcanhar pesa e a única vontade é descalçar-se. Não é o sapato e também não é só a idade.
Criei a Soleve depois de perceber que a maioria das palmilhas à venda são pensadas para caber em qualquer pé, e por isso não servem bem a nenhum. Queria uma palmilha portuguesa, bem feita, com garantia real de devolução se não resultar consigo.
Se já trocou de sapatos, comprou meias mais grossas ou umas palmilhas de gel do supermercado, e o problema voltou passadas duas semanas, o motivo é simples.
Está a tratar o sintoma no sítio errado.
- Ao fim do dia já não aguento, tenho de me sentar.
- Levanto-me de manhã e os primeiros passos custam.
- Deixei de dar a volta ao fim da tarde, cansa demasiado.
- Os joelhos já se queixam a subir escadas, e antes não.
Se se reviu em duas destas frases, este artigo explica o que acontece ao seu pé num dia normal e o que muda quando se corrige a única peça que quase ninguém olha.
Sete mil impactos por pé, todos os dias
Quem trabalha de pé dá entre sete e nove mil passos por dia, metade em cada pé.
Em cada passo, o calcanhar recebe uma força equivalente a cerca de 1,2 vezes o peso do corpo mais, a descer escadas ou a carregar peso.
Isoladamente não é nada. O problema é a soma: ninguém sente o passo número quatrocentos, mas toda a gente sente o passo número seis mil. É por isso que a dor tem hora marcada.
Quanta força passa pelos seus pés?
Toque nas duas respostas que se aplicam a si.
Pergunta 1 de 2
Quantas horas passa por dia de pé?
Pergunta 2 de 2
Qual é o seu peso, mais ou menos?
Da almofada do calcanhar até às costas
Por baixo do calcanhar há uma camada de gordura que funciona como amortecedor natural.
Com a idade, perde espessura, é normal, acontece a todos, e é a razão mais comum para sentir agora o que nunca sentiu antes.
O pé não passou a fazer mais esforço. Passou a fazer o mesmo esforço com menos proteção por baixo.
Some-se o piso onde passamos o dia, azulejo, cimento, soalho, que não cede nada.
E a força de cada passo não desaparece: se não é absorvida em baixo, sobe pela perna. Primeiro o tornozelo, depois o joelho, a anca, e por fim a zona lombar, que passa o dia a compensar.
Uma palmilha não resolve um problema de joelho ou de coluna, quem lhe disser isso está a vender-lhe fumo.
O que a Soleve faz é tratar da base: menos impacto a subir, arco apoiado em vez de a ceder.
Dor persistente? Fale com o seu médico. Cansaço ao fim do dia? Comece pelos pés.
Porque é que o que já experimentou não resultou
Não é falta de tentativa. É que a maioria das soluções populares ataca o sintoma errado, ou nem sequer chega a tocar no problema.
Sapatos mais caros? Ajudam na sola e no ajuste, mas a palmilha de fábrica que vem lá dentro é, quase sempre, a mesma espuma fina e plana de qualquer outro par. Trocar de sapato sem trocar a palmilha é resolver metade do problema.
Marca de confiança
Envio Seguro
As suas palmilhas são enviadas diretamente para a sua morada através dos CTT Expresso.
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Use-as o tempo que quiser. Se não ajudarem, devolvemos o valor pago.
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A palmilha de fábrica já não amortece
Tire a palmilha que veio no seu sapato e olhe contra a luz, vai ver duas marcas afundadas: uma no calcanhar, outra sob os dedos.
A espuma EVA comprime de forma permanente e não volta a recuperar.
E é plana. O seu pé não é. Entre o arco e a sola fica um vazio, e a carga é empurrada para as duas extremidades, calcanhar e planta. Exatamente as duas zonas que doem.
Ponha a palmilha numa mesa e carregue com o polegar no calcanhar. Se afundar sem resistência, já deixou de amortecer.
A boa notícia? Não precisa de deitar os seus sapatos fora. Basta substituir a base. Quatro coisas a verificar numa palmilha, compre onde comprar:
- Tem forma de arco, não é plana.
- O calcanhar é mais denso do que o resto.
- Cabe no sapato que já tem, sem obrigar a número maior.
- Respira, e recorta-se à medida com uma tesoura.
É o nome que demos à combinação das duas camadas da Soleve: uma base mais densa por baixo do calcanhar, onde o impacto é maior, e uma superfície com relevo por cima, para o pé não escorregar dentro do sapato ao longo do dia.
Camada de base
Espuma de maior densidade sob o calcanhar, para não achatar tão depressa como a espuma fina de fábrica.
Camada de contacto
Tecido ventilado com relevo, para reduzir o deslize do pé dentro do sapato.
A Soleve foi desenhada à volta destes pontos: arco moldado, calcanhar reforçado, fina o suficiente para caber em botas de trabalho, e uma base ventilada com relevo.
O que muda quando calça Soleve
Não é preciso preparação nenhuma. Tira a palmilha velha, mete a Soleve, e sai de casa.
Sente o arco preenchido e o relevo sob a planta, notam-se logo e depois passam a fazer parte do sapato.
A diferença aparece à hora a que costumava doer. Chega a casa e não é a primeira coisa em que pensa.
Muita gente acaba por querer um segundo par, para não andar a trocar a palmilha entre os sapatos de trabalho e os do dia a dia.
Não são um dispositivo clínico. São uma palmilha de conforto bem feita e tem 100 dias para as devolver se não fizerem diferença.
O que dizem os nossos clientes
Comprei estes para o meu pai. Ele reclama dos pés há anos, mas não quer ir ao médico, então resolvi comprar-lhe um par. Dois dias depois, ele ligou-me a pedir outro par para usar nos outros sapatos. Ele é um homem que nunca elogia nada. Nunca. Isso diz tudo.
Ficou perfeita nas minhas botas de trabalho. Cortei um pouco a ponta e ela assenta totalmente plana, sem embolar. Passei o primeiro turno completo sem nenhuma dor no calcanhar ao chegar à oitava hora. Isso não acontecia há anos.
Para além de funcionarem perfeitamente, adaptam-se a qualquer calçado. São muito leves e não apertam no sapato.